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terça-feira, 20 de maio de 2014
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| Fonte da foto: Com.Shalom |
“Quem acolhe o Espírito Santo no coração terá uma paz sólida e sem fim; ao contrário daqueles que optam por confiar de modo ‘superficial’ na tranquilidade oferecida pelo dinheiro e o poder”. Este foi ensinamento proposto por Francisco em sua homilia. “A paz das coisas e a paz da Pessoa, do Espírito Santo: a primeira corre sempre o risco de desaparecer (hoje você é rico e amanhã, não); e a segunda é definitiva, ninguém pode te tirar”, completou o Papa.
Ele começou pelo Evangelho de João, pela leitura do dia: Jesus está para enfrentar a Paixão, mas antes, anuncia aos discípulos: “Eu vos dou a minha paz”. Esta paz é completamente diferente da “paz que o mundo nos dá, que oferece tranquilidade, até certa alegria, mas só até certo ponto”, disse, citando o exemplo:
“Eu estou em paz porque tenho já tudo preparado para viver a vida inteira… não tenho que me preocupar”. Esta é a paz que nos dá o mundo. “Não terei problemas porque tenho dinheiro”. Esta é a paz da riqueza. Mas Jesus nos diz para não confiarmos nesta paz e adverte: “Os ladrões existem, e podem roubar sua riqueza!”. A paz do dinheiro não é definitiva. “Os metais enferrujam, a Bolsa de Valores pode cair e você perde todo o dinheiro! Esta não é uma paz segura: é superficial, temporária”.
Avaliando outros tipos de paz mundana, Francisco citou a ‘do poder’, que – disse – também não funciona: um golpe de Estado e você a perde; e a ‘da vaidade’, que o Papa definiu como uma “paz de conjuntura: “Hoje você é respeitado e amanhã, insultado”, assim como Jesus entre Domingo de Ramos e Sexta-feira Santa. “Totalmente diferente é a paz que nos doa Jesus”, assegurou:
“A paz de Jesus é uma Pessoa, é o Espírito Santo! No dia da Ressurreição ele vai ao cenáculo e diz “A paz esteja convosco, recebam o Espírito Santo”. Esta é a paz de Jesus; é uma Pessoa, um presente grande. E quando o Espírito está em nosso coração, ninguém pode nos tirar a paz, ninguém!”. “Temos que mantê-la!, é uma paz grande, definitiva; é uma paz que nos foi doada por uma Pessoa, uma Pessoa que está dentro do nosso coração e nos acompanha toda a vida. Foi a paz que o Senhor nos deu”.
O Papa explicou que “nós recebemos esta paz com o Batismo e com a Crisma, mas principalmente, devemos recebê-la como uma criança, que ganha um presente, sem condições, de coração aberto”.
“Se vocês têm esta paz do Espírito, se têm o Espírito dentro de vocês e sabem disso, não deixem seu coração se intimidar. Estejam certos! Paulo dizia que para entrar no Reino dos céus é preciso passar por muitas tribulações, mas todos nós, temos tantas, pequenas, grandes…! ‘Não se perturbe nem deixe que se intimide seu coração’… e esta é a paz de Jesus. A presença do Espírito faz que o nosso coração esteja em paz, não anestesiado, mas em paz, com a paz que somente a presença de Deus nos dá”.
Fonte: Rádio Vaticano

"É o Espírito Santo quem capacita todos os batizados para participarem na obra de Cristo"
Encerrou-se, há poucos dias, a 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil. Trata-se de uma ocasião privilegiada de partilha de experiências e busca de caminhos adequados para o serviço do Evangelho em nosso país. Dez dias de trabalho intenso, muita oração, decisões tomadas e planos assumidos em conjunto, num magnífico exercício do que a Igreja chama de colegialidade. É que os bispos, unidos ao Papa, vivem como um corpo, um “colégio”, a missão que lhes é confiada. Ao lado de muitos outros temas importantes, três grandes assuntos foram tratados e transformados em preciosos subsídios para a atuação evangelizadora da Igreja: a questão agrária no início do século XXI, com um documento destinado a balizar a presença pastoral da Igreja Católica no campo; o importante texto sobre a Paróquia como Comunidade de Comunidades, amadurecido no diálogo pastoral desde o ano passado, cuja prática indica os passos missionários a serem percorridos pela Igreja no Brasil; enfim, um estudo sobre a presença dos leigos e leigas na Igreja, entregue agora ao povo de Deus de todo o nosso país.
O texto sobre “Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade” (Cf. números 70 e 71) afirma que o Concílio Vaticano II fundamentou toda a Igreja nas missões de Cristo e do Espírito Santo. É o Espírito quem capacita todos os batizados para participarem na obra de Cristo: todos os cristãos são chamados (como sacerdotes) à obra sacerdotal, a oferecerem a vida como sacrifício espiritual; todos são chamados (como profetas) a escutar e proclamar a Palavra; todos são chamados (como administradores) a trabalhar pela vinda do Reino de Deus. (Cf. Lumen Gentium, n. 31). Todos os cristãos e, portanto, todos os homens e mulheres batizados, leigos na Igreja, não apenas pertencem a ela, mas “somos um só corpo em Cristo, e cada um de nós, membros uns dos outros” (Rm 12, 5).
Não se deve falar em superioridade de dignidade de pertença à Igreja, quando são comparados os membros da hierarquia e os cristãos leigos – segundo esta mentalidade, os primeiros seriam “mais” Igreja do que os leigos e, portanto, mais dignos. Essa mentalidade, errônea em seu princípio, esquece que a dignidade não advém dos serviços e ministérios no interior da Igreja, mas da própria iniciativa divina, sempre gratuita, da incorporação a Cristo pelo batismo. A dignidade dos membros e a graça da filiação são comuns a todos, porque o povo chamado por Deus se insere em uma realidade que é – “um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef 4, 5). São João Paulo II (Christifideles Laici, n. 11) ensinou que, ao sair das águas do batismo, “todo o cristão ouve, de novo, aquela voz que um dia se fez ouvir nas águas do Jordão: ‘Tu és o meu Filho muito amado’” (Lc 3, 22), e compreende ter sido associado ao Filho, tornando-se filho de adoção e irmão de Cristo.
É com essa grande liberdade que os cristãos das primeiras comunidades encontraram respostas para se organizarem, como a instituição daqueles sete homens “de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria” (Cf. At 6, 1-7), aos quais foi confiada a tarefa da caridade, reservando-se os apóstolos para a oração e o serviço da Palavra. Também relatam os Atos dos Apóstolos que “na Igreja de Antioquia havia profetas e mestres. Certo dia, enquanto celebravam a liturgia em honra do Senhor e jejuavam, o Espírito Santo disse: ‘Separai para mim Barnabé e Saulo, a fim de realizarem a obra para a qual eu os chamei’. Jejuaram então e oraram, impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo e os deixaram partir” (Cf. At 13, 1-3). Nascem os missionários, pouco a pouco se configuram os diversos ministérios, segundo os dons concedidos pelo Senhor. Mais para frente, a Igreja verá organizados os serviços dos bispos, sucessores dos apóstolos, dos presbíteros e diáconos. O correr da História da Igreja testemunhou o surgimento de carismas e ministérios, famílias de pessoas consagradas ao Senhor, envio missionário sempre renovado, regado pelo sangue dos mártires.
Como exercer as diversas tarefas que são confiadas aos cristãos de todas as idades e vocações? Haverá algum lugar privilegiado? Porventura alguém deve buscar os primeiros lugares? É clara a orientação do Senhor, que “não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20, 28). Quando Seus discípulos acolhem Seus discursos de despedida, na última Ceia, as tensões e o medo tomavam conta do coração deles (Cf. Jo 14, 1-12). Tomé quer saber o caminho, Felipe almeja a visão do Pai, todos se sentem inseguros, a saudade mostra seu rosto. E Jesus lhes mostra um caminho que tem nome, o Seu, para chegar à vida plena. E todas as perguntas são respondidas por quem é a Verdade!
A estrada mestra é a do serviço. “Como, num só corpo, temos muitos membros, cada qual com uma função diferente, assim nós, embora muitos, somos em Cristo um só corpo e, cada um de nós, membros uns dos outros. Temos dons diferentes, segundo a graça que nos foi dada. É o dom de profecia? Profetizemos em proporção com a fé recebida. É o dom do serviço? Prestemos esse serviço. É o dom de ensinar? Dediquemos-nos ao ensino. É o dom de exortar? Exortemos. Quem distribui donativos, faça-o com simplicidade; quem preside, presida com solicitude; quem se dedica a obras de misericórdia, faça-o com alegria. O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem. Que o amor fraterno vos una uns aos outros, com terna afeição, rivalizando-vos em atenções recíprocas” (Rm 12, 4-10).
A proposta vai contra a correnteza de toda a competição devoradora que nos envolve! Leigos e leigas, bispos, sacerdotes, diáconos, religiosas e religiosos, todos encontrarão seu espaço quando estiverem dispostos a dar a vida uns pelos outros. Afinal, “quem quiser salvar sua vida a perderá; mas quem perder sua vida por causa de mim e do Evangelho, a salvará” (Mc 8, 35). Este é o lugar de todos e de cada um. Parece impossível? O Senhor Jesus é o exemplo e, mais ainda, é a fonte da graça para quem escolher Seu caminho.

Vocês já entraram em uma sala onde têm muitos espelhos?
O que acontece quando você entra nela? Uma menininha logo respondeu:
- A gente vê a cara da gente muitas vezes em todos os espelhos.
- É isso mesmo, disse o vovô. Então, agora eu vou contar uma estória para vocês:Em uma pequena cidade havia um lugar conhecido como a “Casa dos Mil Espelhos”. Um pequeno e feliz cãozinho soube deste lugar e decidiu visitar esta Casa para ver como era. Chegando lá, subiu rápido e feliz a escada acima até a entrada da casa. Olhou através da porta de entrada da casa com suas orelhinhas bem levantadas e o rabinho balançando rapidamente. Para sua grande surpresa, viu outros mil pequenos e felizes cãezinhos, todos com seus rabinhos balançando rapidamente igualzinho o dele. Abriu um enorme sorriso, e viu seu rosto sorridente com mil enormes sorrisos.Quando saiu da casa, pensou:
- Que lugar maravilhoso; voltarei sempre aqui, um montão de vezes!
Nesta mesma cidade, um outro cãozinho, que não era tão feliz como o primeiro, foi também visitar a Casa dos Mil Espelhos. Subiu as escadas e olhou através da porta com um rosto meio triste e bravo para dentro da casa, pois não sabia o que iria acontecer. Quando viu mil olhares tristes e bravos de cães que lhe olhavam, igual a ele, rosnou e mostrou os dentes e ficou horrorizado ao ver mil cães rosnando e mostrando os dentes para ele. Não quis mais ficar ali, ficou com medo e horrorizado. Quando saiu, ele pensou:
- Que lugar horrível, nunca mais volto aqui…
Meus netos, é assim a vida, todos os rostos no mundo são espelhos. Que tipo de reflexo você vê nos rostos das pessoas que você encontra? Se você sorri para os outros, elas sorriem para você, mas se você se zanga com elas, elas também se zangam com você. Então veja que tudo depende de você.
Será que não estamos precisando de mais ”sorrisos”?
Retirado do livro: “Histórias que o vovô conta”
Fonte: Prof. FelipeAquino
domingo, 18 de maio de 2014
GRAÇAS A VOCÊ WEB-LEITOR O BLOG ME CHAMASTE COMEMORA 6,000 VISUALIZAÇÃO HOJE DIA 18/05! AGRADECEMOS A DEUS POR A PALAVRA E A NOTÍCIA CATÓLICA ESTÁ SENDO ANUNCIADA A CADA UM DE VOCÊS, MESMO NÃO CONHECENDO, MESMO NÃO SABENDO QUEM VISITA O NOSSO BLOG, MAS, SINTA-SE ABRAÇADO E AMADO POR NOSSA SENHORA DA SALETE E POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E POR NÓS QUE FAZEMOS PARTE DO GRUPO DE ORAÇÃO ME-CHAMASTE,
DEUS ABENÇOE VOCÊ!
quinta-feira, 15 de maio de 2014

Está disponível para download a versão eletrônica do manual da missão “Com Jesus na Copa”, orientação oficial para as dioceses das 12 cidades-sede onde serão realizados os jogos do mundial de futebol da Fifa entre 12 de junho e 13 de julho de 2014, assim como em pontos de concentração em outras cidades. A bola rola e as sentinelas da manhã também estarão em campo no anúncio do Sol, Cristo Ressuscitado por meio de abordagens querigmáticas no caminho rumo aos estádios e locais de concentração da torcida.
O manual apresenta o projeto de evangelização para a Copa, com objetivos, metas, direcionamentos quanto à estrutura e preparação dos missionários. Ganha destaque ainda nas páginas do manual a formação da equipe, com links para diversos vídeos que apresentam o querigma, discipulado e operacionalização da missão.
Material gráfico
O manual traz ainda o acesso para download de todos os materiais oficiais de comunicação da missão que deverão ser usados em todas as cidades-sede como: logotipo, camiseta, banners, boné, crachá, sacola gym bag e squeese. Tudo está disponível em vetor (Corel Draw).
O material foi elaborado pela Assessoria Nacional de Missão, em conjunto com a Assessoria Nacional de Comunicação do Ministério Jovem da Renovação Carismática Católica do Brasil.
Faça seu donwload
Baixe aqui o manual da missão "Com Jesus na Copa"
Fonte: Ministério Jovem Brasil
A série Formação para Pregadores traz o lançamento “Ardor Missionário”, quarto curso que compõe a sequência: Formação de Pregadores, Pregações e Ensinos Inspirados, Anuncia-me. Mesmo sendo uma série, os cursos são independentes entre si, podendo ser cursados na ordem que o aluno desejar.Ardor Missionário é indicado para pregadores, servos e participantes de Grupos de Oração, e todos aqueles que promovem algum tipo de evangelização, até de atividades que não sejam ligadas à Renovação Carismática Católica.
A série Sentinelas da Manhã chega reeditada com novo formato mais compacto. As aulas que antes eram realizadas em 14 semanas, agora podem ser cursadas em apenas 7 semanas. Elaborados pela equipe do IEAD em conjunto com a coordenação nacional do Ministério Jovem, os cursos apresentam novos materiais, com exercícios específicos que ajudam a assimilar o conteúdo ensinado, sugestões de filmes, tudo pensado para se ter mais prática, facilidade e dinâmica no momento da aprendizagem.
A série é composta pelos cursos Um tempo novo para a Juventude e Um caminho de Discipulado. Quem ministra as aulas é Fernando Gomes, coordenador nacional do Ministério e também autor da série de livros Sentinelas da Manhã, nos quais são baseados os conteúdos de ambos os cursos.
Inscrições
As inscrições para os cursos Ardor Missionário e Um tempo novo para Juventude estarão abertas de 09 a 30/05. As aulas iniciam em 10/06.
Já Um caminho de discipulado abre inscrições a partir do dia 01/06, com início das aulas em 10/07.
Acesse aqui, para se inscrever,
Código Promocional para Sentinelas da Manhã
Todos os coordenadores diocesanos e estaduais do Ministério Jovem, Ministério Universidades Renovadas e presidentes dos Conselhos Diocesanos, receberão via e-mail um código promocional que oferecerá desconto de R$20,00 na matrícula. Esse código poderá ser repassado mensalmente a três pessoas indicadas pelos coordenadores.
Podem ser servos, participantes dos Grupos de Oração, ou até mesmo, membros de outros Movimentos e pastorais que tenham trabalhos de evangelização com jovens. Contudo, neste primeiro mês, sugere-se privilegiar lideranças jovens da RCC na indicação.
Adultos e jovens que não tenham sido indicados podem realizar o curso, com valor de inscrição integral de R$45,00. É importante reforçar que o IEAD não possui mensalidade, portanto o custo total do curso é somente o valor da matrícula.
Fonte: RCCBrasil
Marcadores:Jovem,Noticias,Notícias,RCC,RCC Brasil,Renovação Carismática Católica
terça-feira, 13 de maio de 2014

Há uma geração de jovens que buscam a santidade, e um dos grandes desafios dessa juventude é viver a castidade. Por isso, coloco abaixo alguns conselhos para aqueles que almejam essa virtude:
1. Participar da Santa Missa, se possível todos os dias. A Celebração Eucarística é um grande encontro com Jesus, Ele que se fez pão, que nos traz vida em abundância. Sua constância produzirá diversos frutos, dentre eles, a fortaleza.
2. Oração pessoal, comunitária e a oração do santo terço. Estar em contato com Deus nos permite aprofundar a amizade com Ele. Qual amigo quer decepcionar o outro? Portanto, rezar nos permite ser livres para viver a vontade do Senhor. Ao rezar o terço, comece com uma Ave-Maria, depois duas… Quando perceber, estará rezando o rosário. Nossa Senhora é sua grande auxiliadora, não se esqueça disso!
3. Jejuar. O jejum, se bem praticado, por mais simples que seja produz frutos como a disciplina e o autocontrole.
4. Ler a Palavra. É preciso buscar a leitura e a reflexão diária da Bíblia. Muitas vezes, estaremos como Jesus no deserto; o demônio tentará nos convencer de que devemos pecar contra a castidade. Mas é possível combatê-lo com o auxílio de Deus, por meio de Suas palavras.
5. Buscar o Sacramento da Reconciliação. Os santos sempre se confessavam. Não seria bom fazer o mesmo? A confissão renova nossa amizade com o Senhor e traz paz e ânimo necessários para continuarmos a caminhada. Caiu? Não consegue se arrepender? Peça a ajuda de Deus. Levante-se!
6. Pensamentos, palavras e olhares para o céu. Diante das fragilidades, é necessário que sempre sejam evitados o pensamento, a palavra e o olhar impuros. É preciso cortá-los pela raiz! Se um ambiente, um site ou algum tipo de roupa não transmitir pureza, é melhor percorrer outro caminho. Lembre-se: um vazamento pequeno pode se transformar em uma inundação!
7. Fuga do pecado. Esse tipo de fuga não é covardia; pelo contrário, é muito corajosa! Muitas vezes, o rapaz e a moça pensam que são capazes de suportar a tentação. Cuidado! Camufladamente, isso pode ser falta de humildade. O cristão deve compreender quais são os seus limites.
8. Castidade como objetivo. Muitas vezes, o jovem quer viver a castidade, mas, por falta de determinação, acaba caindo em pecados que poderiam ser evitados. É necessário levantar para si mesmo essa bandeira. PHN, “Por hoje não quero mais pecar”!
Jovem, que Deus o ilumine e apresente mais caminhos seguros para você alcançar a castidade. Lembre-se do que São Paulo disse ao jovem Timóteo: “Torna-te modelo para os fiéis no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade”.
Nossa Senhora da Pureza, rogai por nós!
Fonte: Destrave
Marcadores:Curiosidade,Formação,Jovem,Namoro,Notícias
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Vem ai o II SENTINELAS DA MANHÃ na Diocese de Santa Luzia. O evento acontecerá nos próximos dias 17 e 18 deste presente mês, terá um caráter formativo, pois estaremos embalados na moção nacional do Ministério jovem "Sentinelas da Manhã, um caminho de discipulado", iremos começar as 14:00 hs do dia 17 até ás 12:00 hs do dia 18 em mossoró, será cobrado uma ajuda de custo de 12,00 reais (senhas vendidas com os lideres jovens nos grupos de oração) para as despesas com Jantar e café da manhã. O alojamento será opcional (levem colchonete).
Obs. De caráter formativo o encontro/retiro será direcionado exclusivamente a jovens que já tem uma caminhada no grupo de oração, independente de ministério discernido ou não, a prioridade é para os que tem uma caminhada de perseverança.
Para mais informações procurar a coordenação.
Abraço Fraterno.
Obs. De caráter formativo o encontro/retiro será direcionado exclusivamente a jovens que já tem uma caminhada no grupo de oração, independente de ministério discernido ou não, a prioridade é para os que tem uma caminhada de perseverança.
Para mais informações procurar a coordenação.
Abraço Fraterno.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
O blog ME CHAMASTE já está em clima de carnaval!
Será nos dias 1 à 4 de março no Ginásio Poliesportivo de Serrinha dos Pintos, você não pode perder, será momentos inesquecíveis, teremos shows religiosos, momentos de oração, pregação, louvor e muito mais!
E já se inicia a contagem regressiva e faltam apenas 37 dias! *---*
JUNTE SUA GALERA E VENHA PARA SERRINHA DOS PINTOS CURTI ESTE CARNAVAL SANTO!
Marcadores:CarnavalcomCristo,Jovem,Missão,Notícias
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Nunca irritar-se ao mesmo tempo
Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava com terapia conjugal, elaborou os 'dez mandamentos do casal'.
Gostaria de analisá-los, já que trazem muita sabedoria para a vida e a felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os nossos próprios.
1. Nunca irritar-se ao mesmo tempo
A todo custo, evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegura a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso nos convencermos de que, na explosão, nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: destroços, mortes e tristezas; portanto, jamais podemos permitir que a explosão chegue a acontecer. Dom Helder Câmara, arcebispo emérito de Olinda (PE), tem um belo pensamento que diz: "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura"
2. Nunca gritar um com o outro
A não ser que a casa esteja pegando fogo. Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria. Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente e, por isso, precisa impor, pelos gritos, aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.
3. Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro
Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, mas no diálogo não. Portanto, se, por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro “vença” para que, mais rapidamente, ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de “guerra”, uma luta inglória. “A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral”, dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas. Não podemos nos esquecer de que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes, uma pequena discussão esconde, por muitos dias, o sol da alegria no lar.
4. Se for inevitável chamar à atenção, fazê-lo com amor
A outra parte tem de entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva, pois esta é amorosa, sem acusações nem condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. Reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa lhe dizer. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.
5. Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado
A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos alguém por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente, não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que este mal não ocorra nos momentos de discussão. Nessas horas, o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta e tudo de mau pode acontecer em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas.
Nos tempos horríveis da Guerra Fria, quando pairava sobre o mundo todo o perigo de uma guerra nuclear, como uma espada de Dâmocles sobre as nossas cabeças, o Papa Paulo VI avisou ao mundo: "A paz impõe-se somente com a paz, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade”. Ora, se isso é válido para o mundo encontrar a paz, muito mais é válido para todos os casais viverem bem. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, na Imitação de Cristo, “primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros”. E Paulo VI, ardoroso defensor da paz, dizia: “Se a guerra é o outro nome da morte, a vida é o outro nome da paz”. Portanto, para haver vida no casamento, é preciso haver a paz, e ela tem um preço: a nossa maturidade.
6. A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge
Na vida a dois, tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.
7. Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo
Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou, no dia anterior, para ferver o leite sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.
8. Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa.
Muitos têm reservas enormes de ternura, mas se esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isso também com palavras. Especialmente para as mulheres, pois nelas isso tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância.
Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer! "Eu te amo”, “você é muito importante para mim”, “sem você eu não teria conseguido vencer este problema”, “a sua presença é importante para mim”, “suas palavras me ajudam a viver”… Diga isso ao outro, com toda sinceridade, toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.
9. Cometendo um erro, saber admiti-lo e pedir desculpas.
Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos, não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isso é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!
10. Quando um não quer, dois não brigam
É a sabedoria popular que ensina isso. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será “não por lenha na fogueira”, isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes, é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes, será por um abraço carinhoso ou por uma palavra amiga. Todos nós temos a necessidade de um “bode expiatório” quando algo adverso nos ocorre. Quase inconscientemente, queremos, como se diz, “pegar alguém para Cristo”, a fim de desabafar as nossas mágoas e tensões. Isto é um mecanismo de compensação psicológica que age em todos nós nas horas amargas, mas é um grande perigo na vida familiar.
Quantas e quantas vezes acabam “pagando o pato” as pessoas que nada têm a ver com o problema que nos afetou. Às vezes, são os filhos que apanham do pai que chega em casa nervoso e cansado; outras, é a esposa ou o marido que recebe do outro uma enxurrada de lamentações, reclamações e ofensas, sem quase nada ter a ver com o problema em si.
Temos de nos vigiar e policiar nestas horas para não permitir que o sangue quente nas veias gere uma série de injustiças com os outros. E temos de tomar redobrada atenção com os familiares, pois, normalmente, são eles que sofrem as consequências de nossos desatinos. No serviço, e fora de casa, respeitamos as pessoas, o chefe, a secretária etc, mas, em casa, onde somos “familiares”, o desrespeito acaba acontecendo. É preciso toda a atenção e vigilância para que isso não aconteça. Os filhos, a esposa, o esposo, são aqueles que merecem o nosso primeiro amor e tudo de bom que trazemos no coração. Portanto, antes de entrarmos no recinto sagrado do lar, é preciso deixar lá fora as mágoas, os problemas e as tensões. Essas até podem ser tratadas na família, buscando-se uma solução para os problemas, mas, com delicadeza, diálogo, fé e otimismo.
Do livro: ‘Família, Santuário da Vida’, Prof. Felipe Aquino
Felipe Aquino
sábado, 21 de dezembro de 2013
... hoje dia 21-12 as 19h da noite, haverá o grupo de oração para juventude com o tema: O ANÚNCIO PROVOCA CONVERSÃO. E você jovem é nosso convidado especial para participar dessa noite de bençãos... Venham e traga seu amigo! "Lembra-te do teu criador nos dias da tua juventude!" Ecl 12, 1
Marcadores:Anúncio,Conversão,Grupo de oração,Jovem,Notícias
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Jovem evangélico converte-se à Fé Católica.
“Após um longo período de reflexão sobre minha vida e a vida da Igreja de Cristo aqui na terra, descobri a minha verdadeira Casa, minha verdadeira vocação”.Com essas palavras o jovem carioca Eduardo da Silva Campos, 19 anos, atualizou o ’status’ da sua religião para Católico Apostólico Romano no dia 03 de Dezembro de 2013.
O gesto de Eduardo aconteceu 135 dias após ter emocionado o mundo quando apareceu segurando um cartaz de acolhimento ao Papa Francisco durante a Missa de Envio da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, em julho. Dizia a peça : “SANTO PADRE, SOU EVANGÉLICO MÁS EU TE AMO!! ORE POR MIM E PELO BRASIL! TUS ÉS PEDRO…”

Reprodução da Capa do Facebook de Eduardo.
Eduardo nasceu em uma família protestante, cresceu junto à Mocidade da Assembleia de Deus de sua cidade, umas das mais fortes denominações do meio evangélico. Assim como milhares de jovens, Eduardo sentiu o desejo de participar da JMJ RIO2013.

A conversão de Eduardo se deu na JMJ Rio2013.
O encontro dos jovens com o Papa fez o jovem perceber a juventude da Igreja Católica, mesmo depois de 2000 anos de fundação. Foi nas areias de Copacabana que ele teve uma experiência forte com o amor de Deus, junto aos mais de 3 milhões de jovens, reconhecendo que existia um só Senhor, uma só fé, um só batismo.
Desde o mês de Julho, Eduardo aprofundou o discernimento que culminou em sua conversão à Fé Católica. O próximo passo de Eduardo é a preparação para receber os Sacramentos do Batismo, Eucaristia e Crisma e assim com o seu testemunho resgatar mais almas para o seio da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.
A história de Eduardo é apenas uma entre tantas de jovens e famílias que redescobrem a beleza da Fé Católica e retornam para sua prática.

Bastidor da imagem que rodou o mundo.

Jovem era membro da Mocidade da Assembleia de Deus.
Jarison Brito, especial para o ANCORADOURO.
Fonte: http://blog.opovo.com.br/
Nas últimas semanas, duas notícias tornaram-se alarmantes, pois trouxeram à tona a realidade de milhões de adolescentes e jovens.
Uma jovem suicidou-se, no Piauí (PI), quando um vídeo privado que ela fez foi divulgado nas redes sociais por meio de um dispositivo móvel. Outra ocorrência foi o suicídio de uma jovem mexicana em razão de uma desilusão amorosa.
O que há em comum entre ambas é foto de terem anunciado sua morte nas redes sociais, onde receberam centenas de curtidas e comentários.A pergunta é: Por que tal ação? O que leva jovens ao suicídio?
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – dados de um relatório de 2012 -, o suicídio juvenil (de 10 a 24 anos) constitui a segunda maior causa de morte. Muitas delas anunciadas nas redes.
Hoje, o dia a dia das pessoas exige uma velocidade muito maior do que há anos. Muitos relacionamentos presenciais estão sendo substituídos pelos virtuais, desencadeando um afastamento do mundo real.
A era da informação e da tecnologia está lançada! O íntimo, que não era para ser exposto, pois é uma instância de segredo, de ser “dono de si mesmo”, está sendo substituído pela compulsão da exposição de si nas revistas e na internet. Na maioria das vezes, essa hiperexposição é o sintoma da “angústia do vazio”.
É indiscutível o papel desempenhado pelas mídias sociais no âmbito da vida privada, social, política, comunicacional e profissional. Elas favorecem a interação entre as pessoas. Dão visibilidade, facilitam a comunicação, o reencontro, eliminam as extensões territoriais; além de ter um poder ainda incalculável de convocação e mobilização. As mudanças provocadas pelas redes não são para o futuro, pois estão presentes e já intervém significativamente no comportamento das pessoas.
“A solidão no século 21 bate à porta de inúmeras pessoas cercadas de “amigos” virtuais”
A inclusão e a participação no meio on-line dá à pessoa a sensação de ter muitos amigos, de estar antenado e conectado aos acontecimentos com uma participação efetiva e eficiente. Tudo isso é uma verdade em termos, pois essas conexões e realidades são rasas e instáveis, os relacionamentos são superficiais e temporários, e os vínculos momentâneos.
Na “vida” das redes sociais, a busca de novidades é o interesse geral. Os comentários que importam são os seus, enquanto que os dos outros servem apenas para expressar a opinião individual. A imagem que os outros têm é essencial e a aceitação também. Daí, a exposição com fotos, informações de viagens, atividades, emoções e sentimentos. É a sensação de ser querido e bem aceito pelas curtidas e pelos comentários na foto escolhida a dedo dentre as infinidades de álbuns. Há uma disputa de quem aparenta levar uma vida mais bacana, mais interessante e mais feliz. Quando posta uma foto, a pessoa revela um fragmento daquilo que deseja que os outros aceitem nela.
Cada um busca ser mais brilhante, interessante e atraente do que o outro. Nesta empreitada, muitos são os seguidores e “amigos”, mas os usuários mais sensatos sabem que são poucos aqueles com os quais se pode contar. O resultado de tudo isso é frustração, solidão e incapacidade de lidar com seus próprios sentimentos.
O nível de suicídio entre os jovens revela que eles não estão preparados para lidar com as frustrações em meio ao narcisismo da cultura e da mentalidade de que temos de ser sempre o centro do universo e da realidade. A pobreza da vida interior, presente no coração das pessoas, não encontrará a solução por meio da tecnologia e da posse de bens materiais.
A solidão no século 21 bate à porta de inúmeras pessoas cercadas de “amigos” virtuais. Ao mesmo tempo que os comentários em um post estimulam, são eles também capazes de levar a pessoa à frustração e à necessidade de exposição sem limites, a fim de encontrar, nos milhares de usuários virtuais, a aceitação que nem a própria pessoa tem dela. Geram-se angústias, ansiedades, frustrações, invejas, raivas, alegrias e curiosidades pelo feedback.
Nesse emaranhado de relações virtuais, deve-se ir além da superficialidade que elas podem oferecer. As relações virtuais e superficiais não podem ser capazes de substituir as reais. O imediatismo do contato pela rede não ultrapassa a grandeza do relacionamento de, a cada dia, reconhecer no outro suas riquezas, seus tesouros e dons de forma pessoal.
O verdadeiro tesouro dos relacionamentos não está na quantidade, mas no quanto se vai a fundo neles, lançando, mutuamente, na relação, o seu eu na verdadeira recíproca de descobrir e desvelar, no rosto do outro, um amigo e uma amiga.
Fonte: http://destrave.cancaonova.com/eu-rede-social-2/#sthash.yumyOfCd.dpuf
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Recordo-me dos momentos em que eu brincava de roda com meus vizinhos. Fazíamos uma fila, e duas crianças de mãos dadas representavam uma ponte. Nós tínhamos de passar por baixo dos braços delas, cantando: "três, três passará, derradeiro ficará. Bom vaqueiro, bom vaqueiro, dá licença pr'eu passar com meus filhos pequeninos, pr'eu acabar de criar". Ao parar diante das crianças com os braços em forma de ponte, respondíamos o que elas nos perguntavam. Banana ou maçã? Dependendo da resposta, cada criança ia para um lado; assim, a brincadeira chegava ao fim.
Desde essa época, eu ficava imaginando o quanto seria bom para os pais terminarem de criar seus filhos. Hoje, a experiência de ser mãe encoraja-me a pedir licença para acabar de criá-los. Pedir licença a quem? Pedir licença para quê? A este mundo descrente, para não sermos engolidos e afetados por nossas negligências. Pedir licença à violência, à falta de tempo para o outro, à intolerância, à impaciência, à falta de comunicação, à falta de afeto, de fé e de atenção. É preciso pedir licença, caso contrário, não saberemos ou não conseguiremos acabar de criar nossos filhos. Portanto, faz-se necessário escolher o melhor lado: banana ou maçã?
Fazer essa escolha é educar os filhos para que não se tornem adultos agressores. É decidir por um planejamento familiar que promova a vida e diga 'não' à cultura de morte. Contudo, essa opção exige de nós disponibilidade para cultivarmos relações humanas fortalecidas na verdade e no respeito, evitando desgastes perturbadores tanto para os pais quanto para os filhos.
Cabe à família selecionar quais conteúdos ela gostaria que seus filhos aprendessem, a fim de não se tornarem adultos agressores. Para tanto, o limite precisa ser dado com ternura e serenidade, pois, desta maneira, como pais, possibilitaremos o conhecimento e a compreensão dos filhos com seus próprios sentimentos. A agressividade é um comportamento vivido por pais e filhos devido a vários fatores, quer seja por perdas significativas, falta de atenção e afeto, quer por excesso de reforço negativo; até mesmo pela falta de experiência com Deus.
O organismo humano, controlado aversivamente por esses estímulos, responde, muitas vezes, de igual forma, ora com mentiras, ora com atitudes de furtos ou incomodando socialmente, assumindo uma conduta caótica diante dos conflitos. Provavelmente, já estará instalado, nesse comportamento, a raiva. Ela nem sempre precisa ser repreendida, mas acolhida para que seja trabalhada da melhor forma possível; evitando, assim, consequências danosas, como o próprio comportamento agressor.
Neste século, estamos vivendo distúrbios comportamentais motivados por vários fatores que demarcam a agressividade. A exemplo do bullying, da violência entre torcidas nos campos de futebol e do que aconteceu em nosso país recentemente, quando os brasileiros se manifestaram diante das suas insatisfações, podemos apresentar um comportamento agressor tanto na infância como na fase adulta.
Nesse momento, não podemos esquecer que o indivíduo saiu de um útero, foi educado em uma família, frequentou uma escola e, muitas vezes, visitou uma igreja. Portanto, uma educação pautada na promoção do indivíduo é responsabilidade de todos: família, sociedade e Estado.
Quando nosso filho demonstrar que precisa de ajuda, pois o seu comportamento está inadequado, deveremos acolhê-los em suas necessidades. É possível reestruturar o seu comportamento. Podemos desenvolver em nós algumas habilidades para combater essa situação quando as coisas não vão bem. Outros motivos que concorrem para a existência desse fenômeno é o consumismo, a pressa em satisfazer os desejos, o uso desordenado de jogos e a ausência de autoridade em casa. Conhecer as características da faixa etária do seu filho, também se torna um fator preventivo. Fiquemos atentos às brigas na escola, às dificuldade no enfrentamento dos desafios, ao comportamento de medo e ansiedade, à arrogância, à baixa autoestima e introspecção. É de bom vaqueiro que queremos ser!
Vamos assumir o amor que temos por cada um deles, expressando em gestos e palavras o quanto são queridos por nós. Que eles não são responsáveis pela dureza da vida que muitos pais vivem. Nossos filhos, para não serem adultos agressores, precisarão ter a certeza de que são desejados por nós.
Judinara Braz
Administradora de Empresa com Habilitação em Marketing
Psicóloga – Abordagem Análise do Comportamento
Autora do Livro Sala de Aula, a vida como ela é
Diretora Pedagógica da Escola João Paulo I – Feira de Santana (BA)
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Algo precioso a se guardar, esperar e para se doar
Dois jovens, um rapaz e uma moça, ambos virgens, resolvem entrar em um leilão. Pasmem! Eles não leiloariam um carro antigo, nem uma casa na praia, muito menos um quadro de arte! O bem é outro. O bem é a virgindade. Isso mesmo: dariam um “preço” a ela! Fico pensando até que ponto nós temos um preço. Qual o valor que podemos atribuir a nós mesmos? Ou pior: qual o valor que podemos deixar que outro dê a nós? Quando penso nas inúmeras respostas que poderíamos encontrar não tem como não me lembrar da Palavra de Deus, que me dá o valor exato pelo qual fui comprado. Fui comprado pelo Sangue de Jesus Cristo! Meu valor é a paga de um Deus amoroso, que me ama se dando a mim, não querendo saber o que darei a Ele.
Sem querer cair no julgamento, mas, se não tivermos noção de que somos um dom, um presente de Deus, nos permitiremos aceitar qualquer valor, daremos o bem que somos a qualquer um e a qualquer preço.
Triste perceber que a beleza da virgindade está cada vez mais se perdendo, perdendo valor e crédito. “Dá-se” este bem em uma noite mais acalentada, em uma aventura de fim de semana, em um momento de “solidão”. Dessa forma, o bem se torna, após sua perda, um mal, uma ferida e um sentimento de ter sido “usado” e nada mais!
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
São muitas as dificuldades e as perseguições que se apresentam na caminhada pela santidade em nossas vidas, presentes nas características do nosso tempo. Contudo, é neste tempo que devemos brilhar como luzes de esperança cristã a fim de que iluminemos o mundo. Querer ser santo exprime a necessidade de viver a radicalidade do Evangelho:
“Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.”(Marcos 8,34).
Devemos olhar para o horizonte, alargar a tenda dos nossos corações, transformar a nossa fé intelectual em uma fé expectante, uma fé que nos envolva, que nos coloque em movimento, lance-nos, inteiramente, ao encontro pessoal com Jesus. Os nossos olhos devem estar fitos no Pai diante das ciladas e perseguições do inimigo; com Deus o nosso diálogo deve ser constante para permanecermos em Seu amor e nos Seus ensinamentos, mesmo diante das tentativas de ridicularizar da nossa fé.
Precisamos permanecer no amor de Deus. Nos dias atuais, na sociedade em que habitamos, a cada minuto torna-se mais difícil ser um cristão católico. Existe uma inversão de valores muito grande, um esforço humano de transformar o sagrado em mundano, e está claro que este combate direto vem de encontro à juventude, a qual resiste e persiste em ser cristã em um mundo tão desapegado da obediência das orientações da Santa Igreja Católica e das infindáveis mostras de amor e misericórdia que Jesus nos deixou e nos reapresenta a cada Santa Missa quando o seu santo sacrifício para a remissão de nossos pecados é atualizado.
O DESAFIO DE SER UM JOVEM CRISTÃO NA MODERNIDADE
Quantos jovens, hoje, lutam, diariamente, para serem luz do mundo e sal da terra! Como essa batalha é, pessoalmente e intimamente, difícil e animadora, pois sabemos que o sofrimento é necessário para a nossa santificação e chegada à morada celeste! Contudo, o que é propagado pelas ruas, pelas mídias sociais e afeta, diretamente, os nossos jovens é a proposta da felicidade terrena, a felicidade traduzida nas ações dos próprios homens. Hoje, nas faculdades, nos colégios, nas rodas de amigos, pouco se fala sobre a fé católica, quando não para criticá-la e apresentar ideias reformadoras para uma Igreja mais moderna e que seja “legal” aos olhos do mundo.
“Vivamos no mundo, mas não pertençamos a ele!”
Nossa juventude cristã é aplacada por olhares desconfiados sobre a sua postura de vida, se é real ou apenas uma pintura bonita sobre um quadro velho. Deus deseja que vocês possuam uma santidade dinâmica, alegre, responsável e decidida, pois estes são os aspectos que participam da definição da personalidade do jovem que “busca as coisas do Alto”. Vivamos no mundo, mas não pertençamos a ele! E para você, dou-lhe um conselho: seja, na vida dos jovens, dons preciosos do céu, viva a obediência, o amor, a pureza e o respeito em todas as ocasiões. Somos convocados como cristãos a anunciar o Evangelho mesmo com as dificuldades que nos assolam.
Não fiquemos esperando que as pessoas mudem, que o mundo mude do dia para a noite. Sinta-se desafiado a mudar, acolha, em seu coração, a certeza de que Cristo caminha convosco principalmente nos momentos das perseguições. Lembre-se: Jesus é a nossa fortaleza. Quando você for desanimado, ridicularizado, lembre-se da vida dos santos que sempre seguiam em frente e retome o caminho, pois “o caminho se faz quando se quer caminhar”.
Lancemos a semente da coragem! Emanuel, Deus conosco, tem cuidado de nós. Coragem!
“Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.”(Marcos 8,34).Devemos olhar para o horizonte, alargar a tenda dos nossos corações, transformar a nossa fé intelectual em uma fé expectante, uma fé que nos envolva, que nos coloque em movimento, lance-nos, inteiramente, ao encontro pessoal com Jesus. Os nossos olhos devem estar fitos no Pai diante das ciladas e perseguições do inimigo; com Deus o nosso diálogo deve ser constante para permanecermos em Seu amor e nos Seus ensinamentos, mesmo diante das tentativas de ridicularizar da nossa fé.
Precisamos permanecer no amor de Deus. Nos dias atuais, na sociedade em que habitamos, a cada minuto torna-se mais difícil ser um cristão católico. Existe uma inversão de valores muito grande, um esforço humano de transformar o sagrado em mundano, e está claro que este combate direto vem de encontro à juventude, a qual resiste e persiste em ser cristã em um mundo tão desapegado da obediência das orientações da Santa Igreja Católica e das infindáveis mostras de amor e misericórdia que Jesus nos deixou e nos reapresenta a cada Santa Missa quando o seu santo sacrifício para a remissão de nossos pecados é atualizado.
O DESAFIO DE SER UM JOVEM CRISTÃO NA MODERNIDADE
Quantos jovens, hoje, lutam, diariamente, para serem luz do mundo e sal da terra! Como essa batalha é, pessoalmente e intimamente, difícil e animadora, pois sabemos que o sofrimento é necessário para a nossa santificação e chegada à morada celeste! Contudo, o que é propagado pelas ruas, pelas mídias sociais e afeta, diretamente, os nossos jovens é a proposta da felicidade terrena, a felicidade traduzida nas ações dos próprios homens. Hoje, nas faculdades, nos colégios, nas rodas de amigos, pouco se fala sobre a fé católica, quando não para criticá-la e apresentar ideias reformadoras para uma Igreja mais moderna e que seja “legal” aos olhos do mundo.
“Vivamos no mundo, mas não pertençamos a ele!”
Nossa juventude cristã é aplacada por olhares desconfiados sobre a sua postura de vida, se é real ou apenas uma pintura bonita sobre um quadro velho. Deus deseja que vocês possuam uma santidade dinâmica, alegre, responsável e decidida, pois estes são os aspectos que participam da definição da personalidade do jovem que “busca as coisas do Alto”. Vivamos no mundo, mas não pertençamos a ele! E para você, dou-lhe um conselho: seja, na vida dos jovens, dons preciosos do céu, viva a obediência, o amor, a pureza e o respeito em todas as ocasiões. Somos convocados como cristãos a anunciar o Evangelho mesmo com as dificuldades que nos assolam.
Não fiquemos esperando que as pessoas mudem, que o mundo mude do dia para a noite. Sinta-se desafiado a mudar, acolha, em seu coração, a certeza de que Cristo caminha convosco principalmente nos momentos das perseguições. Lembre-se: Jesus é a nossa fortaleza. Quando você for desanimado, ridicularizado, lembre-se da vida dos santos que sempre seguiam em frente e retome o caminho, pois “o caminho se faz quando se quer caminhar”.
Lancemos a semente da coragem! Emanuel, Deus conosco, tem cuidado de nós. Coragem!
Fonte: LeonardoMonlevadedaConceição/Destrave
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
O aprendiz de santo é aquele que sabe que é nada!
Não é à toa que a primeira coisa que se verifica em um processo de canonização são as virtudes heroicas, que seriam a comprovação do comportamento e o percurso do candidato à santidade, tende de ficar claro, e para além de qualquer dúvida, que, em vida, a conduta do candidato se pautou pela prática das virtudes para além do comum. É ser herói!Viver o Cristianismo é um ato de coragem, pois só os corajosos se declaram cristãos, afirmam sua fé no Cristo. E sabem que todo poder é d'Ele.
Todo super-herói tem um ponto fraco. Assim como todo santo tem um limite. Mas a santidade não se restringe a anular limites, mas sim usá-los como trampolim para chegar mais alto.
Não devemos ser santos que correm do mundo, que fogem das pessoas, escondem-se de uma vida sem doação e se privam do outro; nem podemos ser santos de rosto triste, que se colocam como um “extraterrestre” ou como alguém que deixou de ser gente. Muito menos podemos ser santos que se esquecem de quem tem pecados, possui limites e, por conseguinte, acaba por viver uma vida de aparências. Não podemos ser santos que perderam a alegria de viver e passam por esta vida apenas como um mero espectador. Não devemos ser, por fim, um santo que se acha perfeito e despreza o imperfeito.
Santidade é para todos. Nossa primeira vocação é ser santo, contudo, muitas vezes, perdemos o verdadeiro significado disso. Às vezes, acreditamos que nosso jeito de viver não nos levará à santidade, uma vez que nos fixamos nos modelos dos santos do passado. Certamente, eles são referências, mas não a regra, visto que eles só se tornaram santos na medida em que viveram as virtudes heroicas em seu tempo.
Nosso erro é tentar moldar uma santidade segundo nossos esquemas, e não segundo a ação do Espírito Santo. Ser santo não é ser perfeito e nunca pecar, mas ter atitude de ser aquilo que é, sempre se perguntando: “Jesus faria isso? Jesus faria assim? Jesus estaria aqui?”.
Não falo de coisas certinhas, mas sim daquilo que vale a pena. Falo de Cristianismo, atitude, de uma vida com sentido. O perfeito é aquele que “se acha” e não quer ninguém veja seus limites, seus pecados. O aprendiz de santo é aquele que sabe não ser nada. Ser nada é deixar todo espaço para Deus ser tudo.
Fonte: AdrianoGonçalves/CançãoNova
Não falo de coisas certinhas, mas sim daquilo que vale a pena. Falo de Cristianismo, atitude, de uma vida com sentido. O perfeito é aquele que “se acha” e não quer ninguém veja seus limites, seus pecados. O aprendiz de santo é aquele que sabe não ser nada. Ser nada é deixar todo espaço para Deus ser tudo.
Fonte: AdrianoGonçalves/CançãoNova
domingo, 25 de agosto de 2013
Dias inesquecíveis
“Nós vimos Deus agir. Ele atuou no meio de nós. O Senhor nos surpreendeu”
A Igreja celebra, hoje, um mês da Jornada Mundial da Juventude, do encontro do Papa com os jovens do mundo inteiro, que aconteceu entre os dias 23 a 27 de julho, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). O evento foi considerado um sucesso pelos organizadores, pelo poder público e, principalmente, pelos participantes.
Alguns números indicam o êxito da JMJ, entre eles está o número de pessoas, divulgado um dia depois do evento, com 3,7 milhões presente na Missa final em Copacabana. Com esse público, a JMJ Rio 2013 entra para a história com o 2º maior público da história das Jornadas, ficando atrás apenas da JMJ de Manila (Filipinas), em 1995, cujo público foi de 4 milhões de pessoas.
Fonte: Daniel Machado/CançãoNova
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