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Mostrando postagens com marcador Papa Francisco. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 20 de maio de 2014
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| Fonte da foto: Com.Shalom |
“Quem acolhe o Espírito Santo no coração terá uma paz sólida e sem fim; ao contrário daqueles que optam por confiar de modo ‘superficial’ na tranquilidade oferecida pelo dinheiro e o poder”. Este foi ensinamento proposto por Francisco em sua homilia. “A paz das coisas e a paz da Pessoa, do Espírito Santo: a primeira corre sempre o risco de desaparecer (hoje você é rico e amanhã, não); e a segunda é definitiva, ninguém pode te tirar”, completou o Papa.
Ele começou pelo Evangelho de João, pela leitura do dia: Jesus está para enfrentar a Paixão, mas antes, anuncia aos discípulos: “Eu vos dou a minha paz”. Esta paz é completamente diferente da “paz que o mundo nos dá, que oferece tranquilidade, até certa alegria, mas só até certo ponto”, disse, citando o exemplo:
“Eu estou em paz porque tenho já tudo preparado para viver a vida inteira… não tenho que me preocupar”. Esta é a paz que nos dá o mundo. “Não terei problemas porque tenho dinheiro”. Esta é a paz da riqueza. Mas Jesus nos diz para não confiarmos nesta paz e adverte: “Os ladrões existem, e podem roubar sua riqueza!”. A paz do dinheiro não é definitiva. “Os metais enferrujam, a Bolsa de Valores pode cair e você perde todo o dinheiro! Esta não é uma paz segura: é superficial, temporária”.
Avaliando outros tipos de paz mundana, Francisco citou a ‘do poder’, que – disse – também não funciona: um golpe de Estado e você a perde; e a ‘da vaidade’, que o Papa definiu como uma “paz de conjuntura: “Hoje você é respeitado e amanhã, insultado”, assim como Jesus entre Domingo de Ramos e Sexta-feira Santa. “Totalmente diferente é a paz que nos doa Jesus”, assegurou:
“A paz de Jesus é uma Pessoa, é o Espírito Santo! No dia da Ressurreição ele vai ao cenáculo e diz “A paz esteja convosco, recebam o Espírito Santo”. Esta é a paz de Jesus; é uma Pessoa, um presente grande. E quando o Espírito está em nosso coração, ninguém pode nos tirar a paz, ninguém!”. “Temos que mantê-la!, é uma paz grande, definitiva; é uma paz que nos foi doada por uma Pessoa, uma Pessoa que está dentro do nosso coração e nos acompanha toda a vida. Foi a paz que o Senhor nos deu”.
O Papa explicou que “nós recebemos esta paz com o Batismo e com a Crisma, mas principalmente, devemos recebê-la como uma criança, que ganha um presente, sem condições, de coração aberto”.
“Se vocês têm esta paz do Espírito, se têm o Espírito dentro de vocês e sabem disso, não deixem seu coração se intimidar. Estejam certos! Paulo dizia que para entrar no Reino dos céus é preciso passar por muitas tribulações, mas todos nós, temos tantas, pequenas, grandes…! ‘Não se perturbe nem deixe que se intimide seu coração’… e esta é a paz de Jesus. A presença do Espírito faz que o nosso coração esteja em paz, não anestesiado, mas em paz, com a paz que somente a presença de Deus nos dá”.
Fonte: Rádio Vaticano
"Francisco apontou as fofocas, as meias verdades, que se tornam mentiras, e a ladainha de murmurações, como tentações a serem vencidas"
O Papa Francisco realizou, nesta segunda-feira, 19, a abertura da 66ªAssembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI). Os bispos foram recebidos na Sala do Sínodo, no Vaticano.O Pontífice foi saudado, com um breve discurso, pelo presidente da CEI, Cardeal Angelo Bagnasco, que apresentou as modificações do Estatuto da Conferência.
No discurso, Francisco apontou a importância da unidade em toda a Igreja, e destacou que a falta de comunhão é o maior escândalo que a Igreja pode dar. “É a heresia que deturpa o rosto do Senhor e dilacera a Igreja”, afirmou o Papa.
Francisco destacou a necessidade de fugir da tentação que desfigura a Igreja, como a gestão personalista do tempo, que procura o próprio bem deixando em desvantagem a comunidade. O Papa apontou também as fofocas, as meias verdades que se tornam mentiras e a ladainha de murmurações, como tentações a serem vencidas.
O Pontífice falou aos bispos sobre a proximidade e a abertura que a Conferência deve ter com os sacerdotes, como um grande serviço de unidade. “Os nossos sacerdotes , vocês sabem bem, são provados pelas exigências do ministério, e por vezes ficam desencorajados com os resultados dos trabalhos. Devemos ensiná-los a não somar resultados”, disse.Francisco afirmou que os desafios de hoje são inúmeros e a crise não está somente no âmbito econômico, mas também é espiritual e cultural. Como solução, apontou um “novo humanismo” para defender a vida de sua concepção ao seu fim natural, bem como a família.
Neste sentido, o Pontífice pediu aos bispos que não se esqueçam da crise do trabalho, que fez crescer o desemprego. O Papa pediu ainda, especial atenção aos imigrantes que desembarcam na Itália à procura de melhores condições de vida.
Ao encerrar o encontro, Francisco pediu aos bispos que rezassem por ele, e principalmente por sua viagem à Terra Santa, visita que marcará os 50 anos do encontro de Paulo VI com o Patriarca Atenágoras.
Por fim, o Santo Padre fez uma apelo aos bispos para que como pastores, tenham um estilo de vida simples, desapegado, pobre e misericordioso. Pediu ainda, que o projeto de vida deles seja “inclinar-se, com compaixão, sobre os que estão feridos”.
Fonte: CançãoNova
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"Francisco enfatizou que a paz oferecida pelo mundo é passageira, diferente daquela trazida pelo Espírito Santo"
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| Francisco destacou que paz oferecida pelo mundo é superficial e passageira / Foto: L’Osservatore Romano / Rádio Vaticano |
Quem acolhe, no coração, o Espírito Santo terá uma paz sólida e sem fim, diferente de quem escolhe confiar de modo “superficial” nas tranquilidades oferecidas pelo dinheiro ou pelo poder. Este foi o ensinamento proposto pelo Papa Francisco, na homilia da Missa desta terça-feira, 20, na Casa Santa Marta.
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segunda-feira, 19 de maio de 2014
"o coração está fixo no Espírito Santo ou anda ‘por aí afora’?"
“O cristão fixe seu coração no Espírito Santo, e não o deixe ser ‘dançarino’ e ir de um lugar para outro” – disse o Papa Francisco na missa da manhã desta segunda-feira, 19, na Casa Santa Marta. O Pontífice centrou sua homilia em São Paulo, que foi capaz de evangelizar sem parar porque seu coração recebia firmeza do Espírito Santo.
O Pontífice desenvolveu a sua reflexão a partir do binômio “movimento-firmeza” no coração dos cristãos, e citou o empenho de evangelização de São Paulo, que apesar de ameaçado de morte, continua a evangelizar e, em nome do Senhor, cura um paralítico e deve convencer os pagãos que ele e Barnabé eram homens, e não ‘caídos do céu’. “Estes eram episódios humanos que Paulo vivia”, disse Francisco, acrescentando:
“Nós pedimos a graça de ter o coração fixo, como o de Paulo. Para não reclamar da perseguição, foi procurar outra cidade; começou a pregar ali; curou um doente, percebeu que o homem tinha fé suficiente para ser curado, acalmou o povo entusiasmado que queria lhe oferecer um sacrifício e depois, proclamou que há um só Deus, na língua dele. Isto só pode vir de um coração fixo”.
“Aonde estava o coração de Paulo – perguntou o Papa – para realizar tantas mudanças em tão pouco tempo e ir ao encontro das situações de modo adequado?” No Evangelho – afirmou – Jesus nos diz que o Espírito Santo, enviado pelo Pai, “ensinará todas as coisas” e “recordará tudo o que Ele disse”. O coração de São Paulo, portanto, “estava fixo no Espírito Santo”, este “dom que Jesus nos enviou”. E todos nós – advertiu – “se quisermos encontrar firmeza em nossa vida”, temos que “ir a Ele. Ele está em nosso coração, o recebemos no Batismo”.
“Com este exemplo, podemos nos perguntar: como é o meu coração? É ’dançarino, indeciso, sempre em movimento? É um coração que se assusta com as circunstâncias da vida e se esconde; tem medo de dar testemunho de Jesus Cristo? É corajoso ou tem medo e tenta se esconder? O que teme o nosso coração? A que tesouro ele está tão apegado? É um coração fixo nos deuses de todos os dias ou é fixo no Espírito Santo?”
Para Francisco, seria bom se nos perguntássemos “onde está a firmeza de nosso coração”, e também “recordar tudo o que nos circunda em casa, no trabalho, com os filhos, com os vizinhos, os colegas; com todos”:
“Eu me deixo levar por elas ou vou ao seu encontro com o coração fixo, de que sabe aonde está? Faríamos bem em pensar que temos um dom bonito, que nos deixou Jesus, que é Espírito da fortaleza, do conselho, que nos ajuda a prosseguir, a caminhar em meio às vicissitudes de todos os dias. Hoje podemos fazer esta prova: perguntemo-nos como está o nosso coração: está parado? E aonde? Nas coisas do Espírito Santo?”.
Fonte: Rádio Vaticano
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sábado, 17 de maio de 2014

Francisco explica que o sofrimento não é um valor em si mesmo mas uma realidade que Jesus ensina a viver com a atitude justa, com confiança e esperança
O Papa Francisco concluiu sua série de audiências, na manhã deste sábado, recebendo, na Sala Paulo VI, no Vaticano, cerca de cinco mil peregrinos das Associações fundadas pelo beato Luigi Novarese, entre os quais 350 em cadeiras de roda.
O encontro com o Papa se realiza, precisamente, após um ano da beatificação de Luigi Novarese, sacerdote nascido, em 1914, na diocese de Alessandria, Itália, e falecido, em 1984, em Rocca Priora, nas imediações de Roma. Este ano ocorre o Centenário de nascimento de Novarese, definido por João Paulo II, “apóstolo dos enfermos”.
No discurso que entregou aos numerosos presentes, o Santo Padre apresentou o Beato fundador como “um sacerdote apaixonado por Cristo e pela Igreja e um zeloso apóstolo dos enfermos”.
Sua experiência pessoal de sofrimento, quando foi acometido por uma tuberculose óssea na infância, tornou-o sensível à dor humana, a ponto de fundar duas Associações: os Operários Silenciosos da Cruz e o Centro de Voluntários do Sofrimento.
A seguir, o Pontífice recordou a bem-aventurança “Felizes os que choram, porque serão consolados”, referindo-se à condição da vida terrena: o sofrimento humano. Jesus também passou pelas aflições morais e físicas e as humilhações, assumindo os sofrimentos na sua carne, como a fome, o cansaço, as amarguras, as traições, o abandono, a flagelação, a crucificação.
Porém, ponderou o Papa, ao afirmar que são bem-aventurados os que choram, Jesus não declara feliz uma condição desfavorável da vida. O sofrimento não é um valor em si mesmo mas uma realidade que Jesus ensina a viver com a atitude justa, com confiança e esperança, colocando o amor de Deus e do próximo também no sofrimento.
Precisamente isto, quis ensinar o Beato Luigi Novarese, que orientou os enfermos e os portadores de deficiências a dar o devido valor ao sofrimento, assumindo-o com fé e amor.
Uma pessoa doente, explicou Francisco, pode ser apoio e luz para outros sofredores. Por isso, exortou os peregrinos a manterem o carisma de seu fundador, beato Luigi Novarese, como dom para a Igreja, sendo solidários com as pessoas sofredoras nas paróquias, como testemunhas de Cristo ressuscitado.
Assim, concluiu o Papa, “vocês poderão enriquecer e colaborar com a missão evangelizadora da Igreja”.
Fonte: CançãoNova.com
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sexta-feira, 16 de maio de 2014
Da redação, Twitter: @Pontifex_pt
Nesta Manhã de sexta-feira dia 16/05 (dezesseis de maio) Papa escreve ao twitter o nosso objetivo com cristão e ressalta que "devemos nos configurar para cada vez mais ter Jesus como modelo em nosso comportamento diário." Hoje durante a homilia o padre nos aborda que não bastam só os estudos nem as ideias, é preciso rezar com o coração, celebrar Jesus e imitá-Lo.
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| Advertência do Papa para os fies via Twitter. |
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Santo Padre destacou que estudo do catecismo é necessário, mas não é o suficiente para conhecer Jesus!
Na Missa desta sexta-feira, 16, Papa Francisco explicou o que é preciso para conhecer Jesus verdadeiramente: não bastam o estudo nem as ideias, é preciso rezar com o coração, celebrar Jesus e imitá-Lo. Novamente, Francisco convidou os fiéis a lerem o Evangelho que, segundo ele, tantas vezes fica cheio de pó, porque nunca é aberto.Comentando a afirmação de Jesus – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” –, o Papa observou que o conhecimento de Jesus é o trabalho mais importante da vida, mas o estudo do catecismo, embora necessário, não é o suficiente para que isso aconteça.
“As ideias por si só não dão vida, e quem percorre o caminho somente das ideais acaba num labirinto e não sai mais dele! É por isso que, desde o início da Igreja, existem as heresias. Heresia é tentar entender quem é Jesus somente com a nossa mente e com a nossa luz. Um grande escritor inglês dizia que a heresia é uma ideia que enlouqueceu. É assim. Quando as ideais estão sós, enlouquecem… Este não é o caminho!”
Para conhecer Jesus, então, o Santo Padre indicou três portas, sendo o primeiro deles a oração, pois o estudo sem ela não serve. “Os grandes teólogos fazem teologia de joelhos. E com o estudo, com a oração, aproximamo-nos um pouco…. Mas sem oração jamais conheceremos Jesus. Jamais!”
O segundo caminho é celebrar Cristo com alegria, em Seus sacramentos que dão vida, força, alimento e conforto. “Sem a celebração dos sacramentos, não conseguiremos conhecer Jesus. Isso é próprio da Igreja: a celebração”.
A terceira e última porta indicada por Francisco para conhecer Jesus é imitá-Lo. Trata-se de pegar o Evangelho e tentar fazer a mesma coisa que Jesus fez, o que Ele disse e ensinou. Segundo Francisco, entrar por essas três portas significa entrar no mistério de Jesus e, só assim, é possível conhecê-Lo. “Podemos, hoje, durante o dia, pensar em como anda a porta da oração na minha vida: mas a oração do coração, não a do papagaio! Como anda a celebração cristã na minha vida? E a imitação de Jesus? Como imitá-Lo?”
Para quem não se lembra disso, porque o Evangelho está “todo empoeirado e nunca é aberto”, o Papa aconselhou abri-lo, pois lá encontrará como imitar Jesus. “Pensar como estão essas três portas na nossa vida fará bem a todos”, concluiu.
A Missa, na Casa Santa Marta, foi a única atividade do Papa Francisco esta manhã. Os demais compromissos previstos foram cancelados devido a uma leve indisposição do Pontífice.
Fonte: RadioVaticano
quinta-feira, 15 de maio de 2014
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Papa na homilia de hoje: "Não existem cristãos sem Igreja"
‘Deus tem história, porque quis caminhar conosco. E não se pode entender Jesus Cristo sem história. Assim, um cristão sem história , um cristão sem povo, um cristão sem Igreja não se pode entender’, afirmou o Papa
Não existem cristãos sem Igreja – esta foi a principal mensagem do Papa Francisco na Missa desta quinta-feira na Casa de Santa Marta. Partindo da Primeira Leitura do dia, o Santo Padre explicou que os Apóstolos quando anunciam Jesus não começam por Ele, mas da história do povo. Efetivamente – observou o Papa – não se pode entender um cristão fora da história do Povo de Deus:
“Não se pode entender um cristão sozinho, como não se pode entender Jesus Cristo sozinho. Jesus Cristo não caiu do céu como um herói que nos vem salvar. Não. Jesus Cristo tem história. E podemos dizer e é verdade isto: Deus tem história, porque quis caminhar conosco. E não se pode entender Jesus Cristo sem história. Assim, um cristão sem história , um cristão sem povo, um cristão sem Igreja não se pode entender. É uma coisa de laboratório, uma coisa artificial, uma coisa que não pode dar vida.”
Olhando para trás – sublinhou o Papa Francisco – o cristão guarda a memória; olhando para o futuro, o cristão caminha para a definitiva promessa e por isso os cristãos são homens e mulheres de esperança que é uma das marcas da nossa identidade cristã:
“Pensemos – vai-nos fazer bem hoje – como é a nossa identidade cristã. A nossa identidade cristã é pertença a um povo: a Igreja. Sem isto, nós não somos cristãos. Entramos na Igreja com o batismo: ali somos cristãos. E por isto, temos o hábito de pedir a graça da memória do caminho que fez o povo de Deus, também da memória pessoal: o que fez Deus comigo, na minha vida, como me fez caminhar… Pedir a graça da esperança, que não é otimismo: não! É uma outra coisa. E pedir a graça de renovar todos os dias a Aliança com o Senhor que nos chamou. Que o Senhor nos dê estas três graças, que são necessárias para a identidade cristã.”
Fonte: Rádio Vaticano
terça-feira, 13 de maio de 2014
Papa Francisco: Quem acha que sabe tudo, não pode entender Deus
Quem acha que sabe tudo não pode entender Deus – esta foi a mensagem principal do Papa Francisco na manhã desta terça-feira na Missa em Santa Marta
As leituras do dia – observou o Santo Padre – mostram-nos dois grupos de pessoas. Na Primeira Leitura encontramos aqueles que foram dispersos devido ao assassinato de Estevão e que com eles levam a semente do Evangelho e proclamam-no por todo o lado. Chegam mesmo ao coração dos pagãos, abrindo, assim, as portas àqueles que eram considerados impuros. E tudo isto foi possível porque foram dóceis ao Espírito Santo.
“…o Espírito Santo suavemente leva-nos e a virtude é deixar-se levar pelo Espírito Santo, não fazer resistência ao Espírito Santo, ser dóceis ao Espírito Santo. E o Espírito Santo age hoje na Igreja, age hoje na nossa vida.”
O segundo grupo que nos apresentam as Leituras é aquele dos intelectuais, que se aproximavam de Jesus no templo: são os doutores da lei. Com estes Jesus teve sempre problemas. Para esta gente existem apenas os mandamentos – sublinhou o Papa Francisco – não existe coração, amor, beleza ou harmonia – mas é gente que quer apenas explicações.
“E tu dás-lhes explicações e eles, não convencidos, voltam com outra pergunta. E assim: andam, andam… Como andaram à volta de Jesus toda uma vida, até ao momento que conseguiram apanhá-lo e matá-lo! Estes não abrem o coração ao Espírito Santo! Creem que mesmo as coisas de Deus se possam entender apenas com a cabeça, com as ideias. São orgulhosos. Acreditam que sabem tudo. E aquilo que não entra na sua inteligência não é verdade. Até podes ressuscitar um morto à sua frente, que não acreditam!”
“Esta gente tinha-se desligado, não acreditava no Povo de Deus, acreditavam apenas nas suas coisas e, assim, tinham construído todo um sistema de mandamentos que distanciavam a gente impedindo-as de entrar na Igreja, no povo. Não podiam crer! Este é o pecado de resistir ao Espírito Santo.”
O Papa Francisco terminou a sua homilia pedindo ao Senhor que nos dê a graça da docilidade ao Espírito Santo para nos defendermos do orgulho e da soberba. (RS)
Fonte: Rádio Vaticana
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
Paulo VI será beatificado no dia 19 de outubro de 2014
"O Papa Francisco aprovou o decreto de um milagre ocorrido por intercessão do Papa Montini"
No próximo dia 19 de outubro Paulo VI será beatificado. A notícia circulou insistentemente por alguns dias, e foi confirmada na manhã do sábado (10), pela Sala de Imprensa da Santa Sé. De acordo com um comunicado, na sexta-feira (9), o Papa recebeu Francisco recebeu em audiência o Cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, e colocou a sua assinatura, dentre outros, no decreto de um milagre ocorrido por intercessão do Papa Montini.

A lista de decretos autorizados pelo Papa, relatado pela imprensa do Vaticano, é a seguinte:
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"Papa pede orações pelos Pastores, vocações e pelas mães"
Apresentamos as palavras do Papa Francisco pronunciadas neste domingo (11) aos fiéis reunidos na Praça São Pedro para rezar com ele a oração mariana do Regina Coeli.
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
O evangelista João nos apresenta, neste quarto domingo do tempo pascal, a imagem de Jesus Bom Pastor. Contemplando esta página do Evangelho, podemos compreender o tipo de relação que Jesus tinha com os seus discípulos: uma relação baseada na ternura, no amor, no conhecimento recíproco e na promessa de um dom imensurável: “Eu vim – disse Jesus – para que tenham vida e tenham vida em abundância” (Jo 10, 10). Tal relação é o modelo das relações entre os cristãos e das relações humanas.
Muitos, também hoje, como nos tempos de Jesus, propõem-se como “pastores” das nossas existências; mas só o Ressuscitado é o verdadeiro Pastor, que nos dá a vida em abundância. Convido todos a terem confiança no Senhor que nos guia. Mas não só nos guia: Ele nos acompanha, caminha conosco. Escutemos com mente e coração abertos a sua Palavra, para alimentar a nossa fé, iluminar a nossa consciência e seguir os ensinamentos do Evangelho.
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sexta-feira, 9 de maio de 2014
A mensagem da semana do Papa Francisco
“A santidade exige a doação sacrificada em cada dia; por isso o matrimônio é uma via mestra para tornar-se santo”. A frase “tuitada” pelo Papa Francisco nesta sexta-feira evidencia um dos pontos fortes de suas mensagens nesta semana: a santidade, que não se vive de maneira solitária, mas no encontro com o outro.
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"Santos não são heróis, mas humildes testemunhas de Cristo"
Os santos não são heróis, mas são pecadores que seguem Jesus no caminho da humildade e da cruz: na homilia desta sexta-feira, na Casa Santa Marta, o Papa Francisco comentou a primeira leitura, que narra a conversão de São Paulo.
O Pontífice explicou o que se entende quando dizemos que a “Igreja é santa”:
Mas como pode ser santa se todos nós estamos dentro? Somos todos pecadores, aqui. E a Igreja é santa. É a esposa de Jesus Cristo e Ele a ama, Ele a santifica, a santifica todos os dias com o seu sacrifício eucarístico. E nós somos pecadores, mas numa Igreja santa. E também nós nos santificamos com esta pertença à Igreja: somos filhos da Igreja e a Mãe Igreja nos santifica, com o seu amor, com os Sacramentos do seu Esposo.
Nas suas cartas – recordou o Papa –, São Paulo fala aos santos, a nós: “pecadores, mas filhos da Igreja santa, santificada pelo Corpo e o Sangue de Jesus”:
Nesta Igreja santa, o Senhor escolhe algumas pessoas para que a santidade fique mais evidente, para mostrar que Ele é quem santifica, que ninguém santifica si mesmo, que não existe um curso para se tornar santo, que ser santo não é ser faquir ou algo desse estilo… Não! A santidade é um dom de Jesus à sua Igreja, e para mostrar isso Ele escolhe pessoas em que o seu trabalho para santificar fica evidente.
No Evangelho – observou ainda Francisco –, existem muitos exemplo de santos: há Madalena, Mateus, Zaqueu e muitos outros que nos mostram qual é a primeira regra da santidade: “é necessário que Cristo cresça e nós nos rebaixemos”.
Assim, Cristo escolheu Saulo, que era um perseguidor da Igreja. E de tão grande que era, se tornou pequeno, obedeceu. Mas Paulo não se tornou um herói, explicou o Papa. Ele, que pregou o Evangelho em todo o mundo, “terminou a sua vida com um pequeno grupo de amigos, aqui em Roma, vítima dos seus discípulos”. Do grande homem que era, morreu decapitado. “Rebaixou-se, rebaixou-se, rebaixou-se….” A diferença entre os heróis e os santos – explicou por fim Francisco – “é o testemunho, a imitação de Jesus Cristo. Percorrer o caminho de Cristo, o caminho da cruz. Penso, afirmou ainda, nos últimos dias de São João Paulo II…”:
Não podia falar, o grande atleta de Deus, o grande guerreiro de Deus acaba assim: aniquilado pela doença, humilhado como Jesus. Este é o percurso da santidade dos grandes. Também é o percurso da nossa santidade. Se nós não nos deixarmos converter o coração por este caminho de Jesus – carregar a cruz todos os dias, a cruz ordinária, a cruz simples – e deixar que Jesus cresça; se não percorrermos este caminho, não seremos santos. Mas se o percorrermos, todos nós testemunharemos Jesus Cristo, que nos ama tanto. E daremos testemunho que, não obstante sejamos pecadores, a Igreja é santa. É a esposa de Jesus.
Fonte: Rádio Vaticano
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quinta-feira, 8 de maio de 2014
"Senhor, aconselha-me, o que devo fazer agora?"
O Papa Francisco falou sobre o dom do conselho na catequese desta quarta-feira (07), durante a tradicional Audiência Geral, na Praça de São Pedro. Eis o texto na íntegra:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Ouvimos na leitura do trecho do livro dos Salmos “O Senhor me deu conselho, mesmo de noite o meu coração me exorta” (Sal 16, 7). E este é outro dom do Espírito Santo: o dom do conselho. Sabemos quanto é importante, nos momentos mais delicados, poder contar com sugestões de pessoas sábias e que nos querem bem. Ora, através do dom do conselho, é o próprio Deus, com o seu Espírito, a iluminar o nosso coração, de forma a nos fazer compreender o modo correto de falar e de se comportar e o caminho a seguir. Mas como esse dom age em nós?
1. No momento em que o acolhemos e o hospedamos no nosso coração, o Espírito Santo logo começa a nos tornar sensíveis à sua voz e a orientar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as nossas intenções segundo o coração de Deus. Ao mesmo tempo, leva-nos sempre mais a dirigir o olhar interior para Jesus, como modelo do nosso modo de agir e de nos relacionarmos com Deus Pai e com os irmãos. O conselho, então, é o dom com que o Espírito Santo torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus, segundo a lógica de Jesus e do seu Evangelho. Deste modo, o Espírito nos faz crescer interiormente, faz-nos crescer positivamente, faz-nos crescer na comunidade e nos ajuda a não ficar à mercê do egoísmo e do próprio modo de ver as coisas. Assim, o Espírito nos ajuda a crescer e também a viver em comunidade. A condição essencial para conservar este dom é a oração. Sempre voltamos ao mesmo tema: a oração! Mas é tão importante a oração. Rezar com as orações que todos nós sabemos desde criança, mas também rezar com as nossas palavras. Rezar ao Senhor: “Senhor, ajuda-me, aconselha-me, o que devo fazer agora?”. E com a oração abrimos espaço, a fim de que o Espírito venha e nos ajude naquele momento, aconselhe-nos sobre o que nós devemos fazer. A oração! Nunca esquecer a oração. Nunca! Ninguém, ninguém percebe quando nós rezamos no ônibus, na estrada: rezamos em silêncio com o coração. Aproveitemos esses momentos para rezar, rezar para que o Espírito nos dê o dom do conselho.
2. Na intimidade com Deus e na escuta da sua Palavra, gradualmente colocamos de lado a nossa lógica pessoal, ditada nas maiorias das vezes pelos nossos fechamentos, pelos nossos preconceitos e pelas nossas ambições, e aprendemos, em vez disso, a perguntar ao Senhor: qual é o teu desejo, qual é a tua vontade, o que te agrada? Deste modo amadurece em nós uma sintonia profunda, quase inata no Espírito e se experimenta quanto são verdadeiras as palavras de Jesus reportadas no Evangelho de Mateus: “Não vos preocupeis nem pela maneira com que haveis de falar nem com que haveis de dizer: naquele momento, ser-vos-á inspirado o que haveis de dizer. Porque não sereis vós que falareis, mas é o Espírito de vosso Pai que falará em vós” (Mt 10, 19-20). É o Espírito que nos aconselha, mas nós devemos abrir espaço ao Espírito, para que possa nos aconselhar. E abrir espaço é rezar, rezar para que Ele venha e nos ajude sempre.
3. Como todos os outros dons do Espírito, então, também o conselho constitui um tesouro para toda a comunidade cristã. O Senhor não nos fala somente na intimidade do coração, fala-nos sim, mas não somente ali, mas nos fala também através da voz e do testemunho dos irmãos. É realmente um grande dom poder encontrar homens e mulheres de fé, que, sobretudo nos momentos mais complicados e importantes da nossa vida, ajudam-nos a fazer luz no nosso coração, a reconhecer a vontade do Senhor!
Eu me lembro uma vez no santuário de Luján, estava no confessionário, diante o qual havia uma fila longa. Havia um rapaz todo moderno, com piercings e tatuagens, todas estas coisas… E veio para me dizer algo que acontecia com ele. Era um problema grande, difícil. E me disse: eu contei tudo isso à minha mãe e ela me disse: vá à Nossa Senhora e ela te dirá o que você deve fazer. Eis uma mulher que tinha o dom do conselho. Não sabia encontrar uma saída para o problema do filho, mas indicou o caminho justo: Vá a Nossa Senhora e ela lhe dirá. Este é o dom do conselho. Aquela mulher humilde, simples, deu ao filho o conselho mais verdadeiro. De fato, este rapaz me disse: olhei para Nossa Senhora e senti que devia fazer isto, isto e isto… Eu não precisei falar, já tinham dito tudo sua mãe e o próprio rapaz. Este é o dom do conselho. Vocês, mães, que têm este dom, peçam – no para os seus filhos. O dom de aconselhar os filhos é um dom de Deus.
Queridos amigos, o Salmo 16, que ouvimos, convida-nos a rezar com estas palavras: “Bendigo o Senhor porque me deu conselho, porque mesmo de noite o coração me exorta. Ponho sempre o Senhor diante dos olhos, pois ele está à minha direita, não vacilarei” (vs. 7-8). Que o Espírito possa sempre infundir no nosso coração esta certeza e nos encher assim com o seu consolo e a sua paz! Peçam sempre o dom do conselho.
Fonte: Zenit
Ouvimos na leitura do trecho do livro dos Salmos “O Senhor me deu conselho, mesmo de noite o meu coração me exorta” (Sal 16, 7). E este é outro dom do Espírito Santo: o dom do conselho. Sabemos quanto é importante, nos momentos mais delicados, poder contar com sugestões de pessoas sábias e que nos querem bem. Ora, através do dom do conselho, é o próprio Deus, com o seu Espírito, a iluminar o nosso coração, de forma a nos fazer compreender o modo correto de falar e de se comportar e o caminho a seguir. Mas como esse dom age em nós?
1. No momento em que o acolhemos e o hospedamos no nosso coração, o Espírito Santo logo começa a nos tornar sensíveis à sua voz e a orientar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as nossas intenções segundo o coração de Deus. Ao mesmo tempo, leva-nos sempre mais a dirigir o olhar interior para Jesus, como modelo do nosso modo de agir e de nos relacionarmos com Deus Pai e com os irmãos. O conselho, então, é o dom com que o Espírito Santo torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus, segundo a lógica de Jesus e do seu Evangelho. Deste modo, o Espírito nos faz crescer interiormente, faz-nos crescer positivamente, faz-nos crescer na comunidade e nos ajuda a não ficar à mercê do egoísmo e do próprio modo de ver as coisas. Assim, o Espírito nos ajuda a crescer e também a viver em comunidade. A condição essencial para conservar este dom é a oração. Sempre voltamos ao mesmo tema: a oração! Mas é tão importante a oração. Rezar com as orações que todos nós sabemos desde criança, mas também rezar com as nossas palavras. Rezar ao Senhor: “Senhor, ajuda-me, aconselha-me, o que devo fazer agora?”. E com a oração abrimos espaço, a fim de que o Espírito venha e nos ajude naquele momento, aconselhe-nos sobre o que nós devemos fazer. A oração! Nunca esquecer a oração. Nunca! Ninguém, ninguém percebe quando nós rezamos no ônibus, na estrada: rezamos em silêncio com o coração. Aproveitemos esses momentos para rezar, rezar para que o Espírito nos dê o dom do conselho.
2. Na intimidade com Deus e na escuta da sua Palavra, gradualmente colocamos de lado a nossa lógica pessoal, ditada nas maiorias das vezes pelos nossos fechamentos, pelos nossos preconceitos e pelas nossas ambições, e aprendemos, em vez disso, a perguntar ao Senhor: qual é o teu desejo, qual é a tua vontade, o que te agrada? Deste modo amadurece em nós uma sintonia profunda, quase inata no Espírito e se experimenta quanto são verdadeiras as palavras de Jesus reportadas no Evangelho de Mateus: “Não vos preocupeis nem pela maneira com que haveis de falar nem com que haveis de dizer: naquele momento, ser-vos-á inspirado o que haveis de dizer. Porque não sereis vós que falareis, mas é o Espírito de vosso Pai que falará em vós” (Mt 10, 19-20). É o Espírito que nos aconselha, mas nós devemos abrir espaço ao Espírito, para que possa nos aconselhar. E abrir espaço é rezar, rezar para que Ele venha e nos ajude sempre.
3. Como todos os outros dons do Espírito, então, também o conselho constitui um tesouro para toda a comunidade cristã. O Senhor não nos fala somente na intimidade do coração, fala-nos sim, mas não somente ali, mas nos fala também através da voz e do testemunho dos irmãos. É realmente um grande dom poder encontrar homens e mulheres de fé, que, sobretudo nos momentos mais complicados e importantes da nossa vida, ajudam-nos a fazer luz no nosso coração, a reconhecer a vontade do Senhor!
Eu me lembro uma vez no santuário de Luján, estava no confessionário, diante o qual havia uma fila longa. Havia um rapaz todo moderno, com piercings e tatuagens, todas estas coisas… E veio para me dizer algo que acontecia com ele. Era um problema grande, difícil. E me disse: eu contei tudo isso à minha mãe e ela me disse: vá à Nossa Senhora e ela te dirá o que você deve fazer. Eis uma mulher que tinha o dom do conselho. Não sabia encontrar uma saída para o problema do filho, mas indicou o caminho justo: Vá a Nossa Senhora e ela lhe dirá. Este é o dom do conselho. Aquela mulher humilde, simples, deu ao filho o conselho mais verdadeiro. De fato, este rapaz me disse: olhei para Nossa Senhora e senti que devia fazer isto, isto e isto… Eu não precisei falar, já tinham dito tudo sua mãe e o próprio rapaz. Este é o dom do conselho. Vocês, mães, que têm este dom, peçam – no para os seus filhos. O dom de aconselhar os filhos é um dom de Deus.
Queridos amigos, o Salmo 16, que ouvimos, convida-nos a rezar com estas palavras: “Bendigo o Senhor porque me deu conselho, porque mesmo de noite o coração me exorta. Ponho sempre o Senhor diante dos olhos, pois ele está à minha direita, não vacilarei” (vs. 7-8). Que o Espírito possa sempre infundir no nosso coração esta certeza e nos encher assim com o seu consolo e a sua paz! Peçam sempre o dom do conselho.
Fonte: Zenit
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Ahh, tá triste porque perdeu os discursos do Papa na JMJ no Brasil, pois pode jogar essa tristeza de lado e baixar todos os discursos que o Papa fez na cidade da fé!
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sábado, 24 de agosto de 2013
Documento, que falará sobre a pobreza, deverá ser lançado no final de novembro
Segundo a Rádio Vaticano, o texto deverá interpretar a pobreza do ponto de vista evangélico e não no sentido ideológico ou político, como o próprio Francisco já afirmou.O Papa argentino também borda a exortação apostólica sobre a nova evangelização, no texto que deverá ser publicado em 24 de novembro, data em que o Ano da Fé chega ao seu término.
O documento retoma o conteúdo e o esboço da exortação pós-sinodal da Assembleia Geral dos bispos sobre a nova evangelização, realizada no Vaticano em outubro passado, e segundo o próprio Francisco, o tema será abordado num contexto mais amplo, inspirando-se na "Evangelii nuntiandi", exortação de Paulo VI, de 1975.
O Papa Francisco renunciou às férias em Castel Gandolfo e encontra-se no Vaticano a trabalhar.
Quase dois meses depois da sua publicação, a encíclica "Lumen fidei", escrita pelo Papa emérito Bento XVI e pelo Papa Francisco vendeu em Itália mais de 200 mil exemplares
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domingo, 28 de abril de 2013
Milagre eucarístico de Buenos Aires
O atual Papa Francisco conduziu investigação para comprovar um dos maiores milagres eucarísticos da história recente, ocorrido em Buenos Aires em 1996.
Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castanon.
Os Estudos mostraram que a matéria colhida da Hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB de uma pessoa que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e espancado. Os cientistas que realizaram o exame e os estudos não sabiam que era material proveniente de uma Hóstia Consagrada, isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos, glóbulos brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo.
A Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue
Às 19h de 18 de agosto de 1996, o Padre Alejandro Pezet celebrava a Santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da Sagrada Comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. Chegando ao lugar indicado, o Padre Alejandro Pezet viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-a em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água.
Na segunda-feira, 26 de agosto, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a Hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local, Cardeal Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a Hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a Hóstia, que se tornou um pedaço de Carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho.
Análises Clínicas
Durante anos, a Hóstia permaneceu no Tabernáculo e o acontecimento foi mantido em segredo estrito. Desde que a Hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergoglio decidiu mandar analisá-la cientificamente.
Uma amostra do Tecido foi enviado para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue e do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que a amostra de Tecido apresentava características de material humano ainda vivo, com as células pulsantes como se estivessem em um coração.
Testes e análises clínicas: “Não há explicação científica”
Em 1999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse alguns testes adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras do tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem.
O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.
Cinco anos mais tarde (2004), o Dr. Gomez contatou o Dr. Frederic Zugibe e pediu para avaliar uma amostra de teste, novamente mantendo em sigilo a origem da amostra. Dr. Zugibe, cardiologista renomado, determinou que a matéria analisada era constituída de “carne e sangue” humanos. O médico declarou o seguinte:
O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, músculo é responsável pela contração do coração. O ventrículo cardíaco esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo cardíaco tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado.”
Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a verdadeira origem do tecido. Dois cientistas australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Racional, Mike Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. ”Elas deixariam de existir em questão de minutos”, disse o Dr. Zugibe. O médico foi então informado que a fonte da Amostra fora inicialmente deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos em um recipiente com água destilada, sendo depois retirada para análise.
Dr. Mike Willesee Zugibe declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente fora da minha jurisdição”.
Abaixo, um vídeo com o depoimento do Dr. Castañón e imagens do Milagre.
FONTE: Voz da Igreja
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